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Venda ilegal de canetas emagrecedoras cresce na internet, e Polícia Civil do RJ investiga esquema

O comércio ilegal de canetas emagrecedoras tem se espalhado pela internet, expondo consumidores a riscos graves à saúde. Vendidos sem prescrição médica e, em muitos casos, sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os produtos são anunciados livremente nas redes sociais com promessas de “emagrecimento rápido” e até descontos para pagamento via PIX.

Diante do avanço desse mercado clandestino, a Polícia Civil do Rio de Janeiro intensificou as investigações para identificar fornecedores e desarticular a rede de venda irregular. Desde o fim do ano passado, operações vêm sendo realizadas para combater a comercialização ilegal por farmácias, clínicas de estética e vendedores autônomos.

A venda é considerada ilegal quando ocorre sem receita médica, fora de farmácias autorizadas pela Anvisa ou quando há indícios de falsificação e contrabando.

Em contatos feitos por telefone, alguns anunciantes confirmaram a comercialização sem qualquer exigência de prescrição. Um deles afirmou conseguir a caneta por R$ 1.800 “com um amigo” e desligou ao ser questionado sobre os riscos da prática.

Outra vendedora ofereceu ampolas de tirzepatida por R$ 500 cada, com “valor promocional”, e chegou a orientar um protocolo de uso. Um terceiro contato disse que não vendia diretamente, mas que poderia intermediar a compra do medicamento.

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