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Renda média do brasileiro atinge valor recorde, mas desigualdade cresce no país

renda média mensal dos brasileiros ficou em R$ 3.367 em 2025, a maior quantia da série histórica, iniciada em 2012, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Apesar desse recorde, o país registrou aumento no indicador de desigualdade. O valor da renda média, que considera a população residente com rendimento, representa um crescimento de 5,4% em relação a 2024 (R$ 3.195).

Até o período pré-pandêmico, relacionado aos anos entre 2012 e 2019, o rendimento médio real de todas as fontes teve um crescimento acumulado de 3,9% no período, passando de R$ 2.984 para R$ 3.101. Entretanto, houve redução com a pandemia da Covid-19, em que todas as fontes de renda dos brasileiros tiveram uma queda de 3,5% em 2020, e em 5,2% em 2021.

“Com esse resultado, o rendimento de todas as fontes atingiu, em 2025, o maior valor da série histórica, sendo 8,6% superior ao registrado em 2019, ano que precedeu a pandemia, e 12,8% acima do valor de 2012, ano inicial da série”, informou o instituto.

As regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste lideram o ranking entre as com melhores rendimentos, com R$ 4.052, R$ 3.859 e R$ 3.855, respectivamente. Enquanto isso, o Nordeste aparece em último lugar, com R$ 2.282.

Em relação aos rendimentos de trabalho, o valor médio mensal real aumentou em 5,7%, após um crescimento de 7,2% registrado em 2023.

Neste corte, são consideradas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência. Em 2025, o rendimento médio do trabalho atingiu o valor máximo da série, de R$ 3.560.

renda de outras fontes registrou uma leve alta, marcando R$ 2.697 em 2025.

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