Rede Hits FM

MACAÉ
ITAPERUNA
SJB / CAMPOS
PUBLICIDADE

‘Faraó dos Bitcoins’ diz que sofreu racismo.

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print
Share on email

‘Faraó dos Bitcoins’ diz que sofreu racismo.


Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print
Share on email
Foto: Reprodução/TV Globo
Foto: Reprodução/TV Globo

O Ministério Público Federal (MPF) abriu um processo contra Glaidson Acácio dos Santos, o “Faraó das Bitcoins”, pelo crime de denunciação caluniosa. A ação se deu após o próprio MPF apurar uma acusação do empresário de que os policiais federais que o prenderam cometeram agressão e injúria.

Glaidson afirmou, durante sua audiência de custódia, em agosto do ano passado, que recebeu um cascudo e foi chamado de filho da p*** pelos agentes. O MPF não viu crime ao analisar o laudo do corpo de delito – realizado no dia da prisão – ou na análise de imagens da prisão. Glaidson acusa os policiais de racismo.

“Não estou aqui me vitimizando porque não gosto disso. Eu, particularmente, detesto essa situação de me fazer de vítima. Mas, eu sofri esse preconceito, eu sofri na pele, de ele ter falado ‘perdeu, filho da p***’. (…) Se nós tivéssemos olho azul e fôssemos de pele branca e loiros, tenho certeza que ele não ia falar ‘perdeu, filho da p***’.”, afirmou Glaidson, durante audiência sobre o processo de denunciação caluniosa.
“Eu sou um empresário bem-sucedido, uma pena eu ser brasileiro. Se eu tivesse nos Estados Unidos, eu estava na capa da Forbes ou da Time. Mas, eu estou no nosso país que, infelizmente, tem um racismo muito grande”, completou.
Glaidson foi preso por chefiar um esquema ilegal de investimento em criptomoedas. Segundo as investigações, o grupo movimentou quase R$ 40 bilhões.

O empresário também é acusado de mandar matar dois concorrentes. Um deles morreu e o outro sobreviveu ao atentado.

Polícia Federal diz que ‘inexistiu agressão’
Os policiais envolvidos na operação, que resultou na prisão de Glaidson, foram ouvidos no processo. O chefe da equipe, delegado Bruno Tavares, afirmou que não houve nenhuma anormalidade durante a ação.

“Acompanhou todo o trajeto percorrido pelos policiais que seguiam a sua frente, assegurando que inexistiu a agressão/cascudo em face do acusado. Arrematou informando que, depois de controlada a situação, saiu para chamar a representante do MPF e da Receita Federal do Brasil”, diz um despacho da ação penal.

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print
Share on email
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on print
Share on email
PUBLICIDADE

Destaques do dia
PUBLICIDADE
Fique sabendo
PUBLICIDADE
Promoções
Podcasts
PUBLICIDADE