O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu nesta terça-feira (3) manter a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A CPMI do INSS aprovou na semana passada a derrubada do sigilo de Fábio Lula da Silva, mas governistas afirmam que houve manipulação na votação e apresentaram questionamento a Alcolumbre.
Durante o discurso na abertura da sessão, o presidente afirmou que não vai interferir na decisão do colegiado.
Alcolumbre explicou a diferença entre as votações simbólica e nominal e reforçou que a análise da Advocacia do Senado demonstrou que o quórum de presença era de 31 parlamentares, portanto, seriam necessários 16 votos contrários para reprovar o requerimento.
“Ainda que se considere que o presidente da CPMI se equivocou na contagem daqueles que se levantaram contra os requerimentos, o número de votantes contrários demonstrado pelos autores não seria suficiente para ganhar a deliberação”, argumentou.






