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Governo debate saídas para lidar com alta do endividamento familiar

O avanço do endividamento das famílias brasileiras voltou ao centro das preocupações do governo federal, que intensificou negociações com bancos para estruturar novas medidas de alívio ao consumidor.

Uma das principais ideias seria criar uma nova versão do Desenrola Brasil, programa que durou 10 meses (entre julho de 2023 a maio de 2024) e que focava na renegociação de dívidas das famílias. Só que, desta vez, seria um programa mais restritivo do que o anterior.

O diagnóstico dentro da equipe econômica é de que o nível atual de comprometimento da renda já começa a afetar o consumo e pode se tornar um entrave ao crescimento em 2026.

Dados do Banco Central (BC) mostram que o endividamento das famílias se aproxima novamente do recorde histórico, alcançando cerca de 49,7% da renda no mês de janeiro, enquanto o comprometimento mensal com dívidas gira em torno de 30%.

Ao mesmo tempo, a inadimplência dá sinais de alta, refletindo o impacto prolongado dos juros elevados sobre o crédito. Atualmente, a taxa básica de juros, a Selic, está em 14,75% ao ano.

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