Um novo programa federal promete transformar o transporte rodoviário de cargas com a modernização de caminhões, apoiado por até R$ 6 bilhões. A Medida Provisória, publicada no Diário Oficial e assinada pelo presidente Lula, visa agilizar a logística e reduzir custos operacionais de empresas e produtores.
A decisão amplia o escopo de uma norma de setembro de 2025, que já beneficiava produtores rurais com renegociação de dívidas de até R$ 12 bilhões. Agora, operações vinculadas ao Plano Safra 2024/2025 também estão incluídas, ampliando o acesso a crédito e fortalecendo o setor agropecuário.
Um novo programa federal promete transformar o transporte rodoviário de cargas com a modernização de caminhões, apoiado por até R$ 6 bilhões. A Medida Provisória, publicada no Diário Oficial e assinada pelo presidente Lula, visa agilizar a logística e reduzir custos operacionais de empresas e produtores.
A decisão amplia o escopo de uma norma de setembro de 2025, que já beneficiava produtores rurais com renegociação de dívidas de até R$ 12 bilhões. Agora, operações vinculadas ao Plano Safra 2024/2025 também estão incluídas, ampliando o acesso a crédito e fortalecendo o setor agropecuário.
Combinando financiamento de veículos e apoio financeiro ao campo, a iniciativa busca eficiência e sustentabilidade na cadeia logística. Além disso, a modernização da frota promete impacto direto na redução de custos e na competitividade do transporte nacional.
Linha de crédito para caminhões
O Ministério da Fazenda vai transferir recursos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que atuará como agente financeiro, direto ou via bancos habilitados. O desenho prioriza capilaridade e rapidez.
A MP atende a perfis diversos do transporte de cargas para acelerar a renovação da frota. Os públicos beneficiados são:
- Transportadores autônomos de cargas.
- Pessoas físicas associadas a cooperativas.
- Empresários individuais.
- Pessoas jurídicas do transporte rodoviário de cargas.
Critérios, contrapartidas e condições
O MDIC definirá critérios mínimos de conteúdo nacional e sustentabilidade ambiental, social e econômica. Para caminhões novos, o BNDES financiará apenas modelos de fabricação nacional credenciados.
A política incentiva veículos mais eficientes para autônomos, reforçando os ganhos de produtividade.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecerá taxas de juros, prazos e carência, assegurando coerência macroeconômica. Entretanto, quem entregar caminhões antigos como contrapartida, especialmente com mais de 20 anos, poderá acessar condições diferenciadas.
Assim, a sucata sai de circulação e abre espaço para tecnologias recentes.






